Sara (Cameron Diaz) e Brian Fitzgerald (Jason Patric)
descobrem que sua filha Kate tem leucemia e decidem fazer tudo o que estiver ao
seu alcance para salvar a vida de sua filha (quem não faria o mesmo?). No maior
estilo “Laços de família” e numa medida um tanto ousada, Sara e Brian decidem
ter um bebê de proveta geneticamente "escolhido" para ser um doador compatível
com Kate. Nasce então Anna (Abigail Breslin).
A narrativa do filme se dá em grande parte por meio de flashbacks, através dos quais somos
levados a conhecer melhor o histórico da doença de Kate. E digo isso pois fica
bastante claro que a vida de todos foi moldada em volta do mal que acometia a
menina. A atenção dos pais e todos os seus esforços eram concentrados nela e os
outros (ah! tinha um menino também) eram meio que deixados de lado. Mas quem poderia apontar para eles o
dedo e dizer com certeza que faria diferente?
E a irmã Anna? Que não fosse pela doença de Kate não teria
nem nascido? Alguém já se perguntou como ela se sente nessa história toda?
Somos levados a nos questionar ao longo do filme. E seria egoísta da parte de
Anna querer apenas existir independentemente da irmã?
Não quero entrar em detalhes e arruinar pra vocês as sutilezas do que
o filme nos sugere. Mas devo dizer que prepare-se pra ver esse filme com uma caixa de lenços boa
companhia pra segurar sua mão e a mente aberta a uma série de questionamentos.
Já assistiu (e se apaixonou)? Se não...vê lá e
depois me conta se chorou litros assim como eu.
Xero!